01/02/2012

Dia do Publicitário

Já que hoje é Dia do Publicitário, e tá todo mundo parabenizando todo mundo, eu quero mesmo é agradecer a três pessoas que me influenciaram na profissão: 

- Ao Vilnei Duarte que lá no comecinho enfiou o dedo na tela do meu computador tantas e tantas vezes (rsrs..) e me pediu para alterar tantos layouts, o que me fez aprender a ser mais perfeccionista e entender a realidade dos clientes.
- À Daiana Theisen que, embora não sendo por formação, é publicitária por vocação. Se tive professores na universidade, tive ela no dia-a-dia. Hoje é minha chefe no Arauto, minha sócia e parceira de criação na Tri e minha amiga. 
- Ao professor Rudinei Kopp, que com a teoria, o exercício e a exigência, me orientou na universidade e, principalmente, me fez ser tão cri-cri para a direção de arte. 

Obrigada por influenciarem positivamente na minha profissão!






31/01/2012

Especialidade ou exercício?

Outro dia um amigo e cliente me disse que minha especialidade é criar logomarcas. Eu confesso que, entre tantas coisas, gosto muito sim de criar logomarcas. Acho que foi uma das habilidades que mais lapidei no curso de Publicidade e Propaganda absorvendo o que pude da sabedoria e da exigência do professor Rudinei. Aprendi a ser exigente comigo mesma, pensando na essência e no posicionamento da logomarca, e não apenas contemplando o visual. Mas, claro, ainda tenho tanto a aprender, já que perfeição só vem com a prática e ainda tenho muita prática pela frente.

Tenho aprendido, antes de mais nada, que é essencial se adequar à realidade. E este é um exercício muito válido para qualquer profissional. Já trabalhei com clientes menores, de baixo e médio poder aquisitivo, mas preocupados em deixar transparecer um posicionamento coerente e uma imagem melhorada através de uma logomarca. Por isso, trabalhar com publicidade em uma cidade de pouco mais de 23 mil habitantes, tem sido a melhor escola que eu poderia ter. Embora nem tudo corra como os livros e os professores dizem que deve ser, embora boa parte do nosso público não tenha ainda a dimensão do valor de uma logomarca e da imagem de sua empresa, é justamente nesta dificuldade que está o aprendizado. Aprendizado para mim, profissional, que conheço cada vez melhor o mercado. E aprendizado para o próprio cliente, que se abre às possibilidades de explorar melhor a sua marca. 

Diferente de quem pensa que saber mexer no corel já é meio caminho andado para criar uma logomarca, eu aprendi com os meus nove semestres de universidade e o meu trabalho no dia-a-dia que uma logomarca é fruto de um conjunto: estudo, pesquisa, análise, criatividade, bom-gosto, mas também adequação à realidade do cliente. É claro que, quando criamos, sempre tem aquelas logomarcas que depois de um tempo achamos que se fosse hoje faríamos diferente, tem aquelas que gostamos e achamos que cumprem o objetivo e tem também aquelas logomarcas que nos orgulhamos mais pois sabemos que ficaram dentro do nosso grau de perfeição. Eu também tenho as minhas próprias preferidas, claro. De todas as que eu já criei, estas três abaixo são as que, se tivesse que criá-las hoje, faria exatamente assim como as fiz. Uma é o Selo do Cinquentenário de Vera Cruz, outra é a logomarca da D'Sol Sorvetes e Picolés e a terceira é a logomarca do Zoom, editoria de festas do Jornal Arauto. Tenho um orgulho especial delas. 


25/01/2012

A maizena das redes sociais

Parei para contar quantas coisas precisamos administrar na vida em rede. Na vida pessoal, como estou em vias de sair da casa dos pais para morar com o namorado, sei que terei uma vida real para administrar, com contas de luz, água, tv a cabo, internet, supermercado, parcelas do financiamento da casa, investimentos, etc etc.. Mas e na vida virtual, quantas contas temos por administrar? Eu sei que estou longe de ser a que tem mais contas on-line para administrar, mas as poucas que tenho já me fizeram rebolar até que me adaptei. E vou te dizer, acho fascinante a maneira como nos adaptamos para dar conta de coisas que sempre achamos que não conseguiremos abraçar. Mas, é claro, sejamos seletivos e vamos utilizar apenas o que realmente tem algum valor na rede. Entre tantas possibilidades na rede eu fico com Facebook, Twitter, Blog e e-mails, claro. Para administrar, devo ter 5 fan pages e 2 perfis no Facebook, 1 perfil no Google+, 3 no Twitter, 3 sites, 4 blogs e 4 e-mails. Sou defensora do uso destas principais ferramentas, pelo menos. Mas não pensava assim há pouco tempo atrás. Minha resistência ao twitter era realmente muito grande, como já mencionei em outro post. 

E não é que o próprio twitter, conforme fui conhecendo-o, que me convenceu do contrário. O que gosto no twitter é que ele é um filtro, uma maneira de selecionar as fontes de acordo com as informações que quero receber. Claro que tem muita gente que twitta um milhão de bobagens por minuto, mas é só você não seguí-los. Ah, e também não quer dizer que se você tem conta do twitter, precisa twittar a todo minuto. Mas também não dá pra deixar o pobrezinho esquecido lá sem atualizações. Escreve alguma coisinha, pelo menos uma vez ao dia, já está bom. Com o tempo você vai avaliando quantos minutos do seu dia acha interessante e viável dedicar a ele. Acho que muito além de ter o que twittar, o legal ali é analisar, estar por dentro, saber antes. Pra mim foi assim com aquele vídeo lindo da Banda Mais Bonita da Cidade, com a morte da Amy Winehouse e também com a Luísa que estava no Canadá ou até já voltou de lá. Mas também, principalmente, com praticamente todo o conteúdo de leitura sobre comunicação, marketing e publicidade que acompanho. Por isso, hoje, eu não sei porque não fiz a conta no tal Twitter antes. 


Outra coisa legal no microblog é o estímulo à capacidade de síntese do que queremos escrever. Quem (quem?) não ficou de cara nos primeiros tweets por ter que cortar caracteres do que queria postar? Eu fiquei. Ainda hoje me pego apanhando às vezes nesse treino, mas é um exercício valioso. E necessário, nos dias de hoje.
Sei que tem muita gente resistente ainda hoje a usar o twitter e, é claro, o microblog não é a coisa mais importante do mundo e dá pra sobreviver sem ele sim. Mas não dá pra negar que ele é revolucionário e ficar de fora deste momento da comunicação, em que uma rede social tem seu nome transformado em verbo, é no mínimo marcante. Me lembra maizena, ban-daid, bombril e todas essas marcas que viraram nomes de "coisas". É bem interessante. 

Link interessantes:

23/01/2012

Colega do Ano no Jornal Arauto


Todos os anos o Jornal Arauto, empresa onde trabalho, promove uma votação interna para ser escolhido o Colega do Ano. A brincadeira consiste em cada funcionário indicar quem, na sua opinião, foi o melhor colega. O mais votado recebe o título de Colega do Ano e o carrega consigo até o ano seguinte, quando não poderá ser votado. 
E eis que neste ano que encerrou tive a bela surpresa de ser escolhida. Tão bom ser eleita a Colega do Ano de 2011 pelos colegas do Arauto. E ainda melhor é receber o título da Jaqueline De Lara Gomes, que foi a Colega do Ano de 2010 e, além de colega, é uma amiga tão querida. Os batimentos cardíacos acelerados e a minha cara de surpresa não estão registrados, mas a lagrimazinha rolando dá pra ver ali. 
A todos os colegas, muito obrigada! Fiquei muito feliz e emocionada por ser reconhecida como uma boa colega. 

04/10/2011

Pinceladas

Faz tempo que não escrevo aqui. Então vou dar umas pinceladas nos assuntos. O último mês (setembro) não foi realmente de muita leitura. Como era o mês de aniversário do Jornal Arauto, o foco esteve nisso mesmo, não sobrando muito tempo para ler os livros que estão na fila (ou pilha) de espera na cômoda do meu quarto. Além disso setembro também teve Feira do Livro por aqui e fizemos uma supercobertura on-line do evento, através do Tá Ligado. Pelo menos uma atençãozinha à leitura eu dei, mesmo que de forma diferente.

Aí, mesmo com tanta coisa na cabeça, até comecei a ler Admirável Marketing Novo. Não que o livro seja ruim, mas não consegui "entrar" no livro mesmo. O livro parece bom. Ele fala sobre a forma como os países pertencentes ao grupo BRIC — Brasil, Rússia, Índia e China —, estão revolucionando o marketing em todo o mundo. Mas sabe quando você lê duas páginas e vê que não registrou nada? Aí você volta e tenta ler novamente. Aí sim consegue registrar. Um parágrafo. Os outros novamente você esquece. Aí, meu amigo, desiste. Ou o livro não é bom, ou não é o momento certo de lê-lo. Estou confiante que o meu problema com este tenha sido a segunda opção. 

Inclusive, essa situação de momento realmente acontece. Ganhei de presente em janeiro de 2010 o livro O Símbolo Perdido, tentei ler mas só consegui mesmo em janeiro do ano seguinte. Achei o livro fantástico, mas precisei ler nas férias, quando a cabeça estava mais vazia. Às vezes tem disso. Como eu falei, a gente tem momentos para ler cada coisa, depende muito também para onde a anteninha do interesse está voltada. Falando nisso, essa é uma boa sugestão de leitura de ficção. Não li nenhum dos demais livros do Dan Brown, como O Código Da Vinci, do qual este é sequência. Mas não precisei para entendê-lo melhor. Antes de mais nada, O Símbolo Perdido é uma história de aventura. Recomendo. 

Com a minha desistência da leitura de Admirável Marketing Novo, comecei outro que estava na pilha de espera: O que é Meu é Seu. Estou gostando. Em breve conto um pouquinho dele aqui. 

24/08/2011

"É bem melhor ser coautor de coisas brilhantes do que autor solitário de coisas medíocres"

Longe de mim fazer uma crítica sobre o livro de um cara tão genial. Ainda mais do livro em que ele fala exatamente sobre "o que a vida o ensinou". Washington Olivetto é daqueles seres idolatrados pelos estudantes de publicidade e propaganda. Comerciais marcantes recheiam sua carreira. A começar pela criação do garoto Bombril: o mesmo personagem e a mesma fórmula dando certo há anos. Aí quando você precisa dizer um nome, apenas um, que te lembra a publicidade no Brasil, de quem você lembra? É dele mesmo.

Acabei de concluir a leitura de um dos livros "O que a vida me ensinou", uma coleção da Editora Saraiva, este escrito por Washington Olivetto. Daiana e eu o havíamos dado de presente para o nosso sócio Luís Carlos. Lógico que peguei emprestado. Leitura leve, sem teorias e conselhos, sem fórmulas de como as coisas devem ser para dar certo. Leitura para quem quer conhecer o tal ser idolatrado de um jeito menos ídolo. Gostei dessa parte, de conhecer o cara que valoriza talentos da sua equipe, que é autocrítico e que acha que confiança é que dá sentido à vida. Mas que também acha que publicitário é uma coisa diferente dos estereótipos de malucos poetas que a galera inventa, e que por muito tempo eu mesma me enganei acreditando que fosse assim. 

Desculpem-me a pretensão, mas Washington tem mais coisas em comum comigo, ou eu com ele, do que a minha modéstia poderia imaginar. A principal delas ele mesmo escreveu no livro, como se estivesse repetindo algo que eu sempre penso cá com meus botões, só que com palavras menos belas que as dele: "É bem melhor ser coautor de coisas brilhantes do que autor solitário de coisas medíocres". E outras que não temos em comum, mas que admirei conhecer através do livro. Vale a pena ler, quem sabe você não se identifica também. 



12/08/2011

Os 10 credos do Marketing 3.0

Enfim, concluí a leitura do Marketing 3.0, livro que recomendo muito a quem quiser conhecer melhor a evolução do marketing e da comunicação. O livro resume, no último capítulo, os 10 credos do Marketing 3.0. De certa forma, o resumo cita tudo o que o livro apresenta, mas é importante ler o livro todo, riquíssimo em informações. Destaco duas pautas mais relevantes: o uso das mídias sociais e a sustentabilidade. O livro mostra como essas práticas estão sendo utilizadas para reforçar o relacionamento com o consumidor. 


Credo 1: AME SEUS CLIENTES E RESPEITE SEUS CONCORRENTES.
Trate seus clientes com amor e seus concorrentes com respeito.
Credo 2: SEJA SENSÍVEL À MUDANÇA E ESTEJA PRONTO PARA SE TRANSFORMAR

Quando os tempos mudarem, mude também.
Credo 3: PROTEJA SEU NOME, DEIXE CLARO QUEM É VOCÊ
Esclareça quais são seus valores e não abra mão dele.
Credo 4: UM CLIENTE É DIFERENTE DO OUTRO; PROCURE PRIMEIRO AQUELES QUE PODEM SE BENEFICIAR MAIS DE VOCÊ
Concentre-se no segmento ao qual você pode proporcionar mais benefícios.
Credo 5: OFEREÇA SEMPRE UM BOM PACOTE POR UM PREÇO JUSTO
Defina preços justos para refletir sua qualidade.
Credo 6: ESTEJA SEMPRE DISPONÍVEL, DIVULGUE AS BOAS-NOVAS
Ajude seus futuros clientes a encontrá-lo.
Credo 7: CONHEÇA SEUS CLIENTES, CULTIVE-OS E CONQUISTE OUTROS
Considere seus clientes como se fossem seus clientes para o resto da vida.
Credo 8: NÃO IMPORTA EM QUAL SETOR VOCÊ ATUE, SERÁ SEMPRE NO SETOR DE SERVIÇOS
Toda empresa é uma empresa de serviço, pois todo produto envolve um serviço.
Credo 9: APERFEIÇOE SEMPRE SEU PROCESSO DE NEGÓCIO EM TERMOS DE QUALIDADE, CUSTO E ENTREGA
Aprimore seus processo de negócios a cada dia.
Credo: 10: COLETE INFORMAÇÕES RELEVANTES, MAS USE SUA SABEDORIA PARA TOMAR A DECISÃO FINAL
Os gerentes sábios consideram outros aspectos além do impacto financeiro de uma decisão.

02/07/2011

Ponto para as mídias sociais


Nos últimos tempos minhas anteninhas estão voltadas ao que os autores comentam sobre mídias sociais. E como estou lendo Kotler, vou trazer referências dele, novamente. 

Kotler diz que estamos vivendo a era da participação e que a "nova onda tecnológica foi o maior propulsor do nascimento do marketing 3.0". Ele também fala que o marketing 2.0 já havia surgido com a tecnologia e, claro, com a internet, o que fez essa fase 2 do marketing bombar. Mas o Marketing 3.0 surgiu mesmo com essa revolução participativa na internet, muito em decorrência das mídias sociais e do fato das pessoas estarem dialogando em rede, não mais uma com uma, mas uma com todas e até todas com todas. Segundo o autor, há dois tipos de mídias sociais: as expressivas como blogs, Twitter, Facebook, YouTube, Fickr, etc, e as colaborativas como, por exemplo, o Wikipedia.

E alguém hoje em dia consegue se comunicar sem o uso dessas ferramentas? As empresas fazem cada vez mais o uso das mídias sociais para divulgarem seus produtos e serviços. Afinal, na era da participação, o marketing 3.0 fala de relacionamento e vê o consumidor como uma pessoa, com preferências racionais, emotivas, mas também espirituais. O consumidor se expressa, em rede, para muitos seguidores. É ele quem faz o marketing, é ele quem recomenda e indica. Se ele fala bem da sua empresa, ponto para a sua empresa. Se ele fala mal da sua empresa, isso tem mais força do que qualquer comercial caro e bem produzido exibido em rede nacional. 

Mas o que Kotler diz não é algo assim tão desconhecido para todos nós, a comunicação de hoje só reforça um tipo de "propaganda" velha conhecida: a propaganda boca a boca. A diferença é que antes as pessoas se comunicavam de forma bem menos instantânea e hoje a informação corre de forma muito mais rápida. Por isso, o marketing está, mais do que nunca, nas mãos dos consumidores. E nem precisamos ir tão longe, porque até aqui na minha cidade, na pacata Vera Cruz, já da pra ver que nasce esse comportamento entre os consumidores mais jovens, principalmente. O uso das mídias sociais é frequente e crescente. Ponto pra quem se atualiza.


28/06/2011

Marketing centrado no ser humano

Ando lendo um livrinho bem bacana do Kotler. E tem algum "livrinho" dele que não é um livrão bacana? Bom, a leitura agora está sendo sobre o Marketing 3.0. Eu estou demorando um pouquinho para terminar de ler o livro, mas é que estou numa fase de estudar os livros mesmo. Então eu leio e faço mil anotações no ladinho. Mas olha que esse tá rendendo algumas anotações. Então, ainda estou na metade, mas já dá pra começar a sacar melhor a importância das redes sociais na era da comunicação horizontal e colaborativa. Acha que twitter e facebook são meros modismos com prazo de validade? Pode até ser, mas marcam  uma tendência mundial na comunicação: compartilhar. O marketing agora precisa de relacionamento e fala com o ser humano. O consumidor nunca teve tanto poder como agora. O boca-a-boca nunca teve tanto poder como tem hoje. 
Tá afim de entender um pouquinho mais sobre a nova forma de se relacionar com seu público? Então, eu recomendo: Marketing 3.0 - As Forças que Estão Definindo o Novo Marketing Centrado no Ser Humano. Vale a pena! Pra mim tá valendo.



21/06/2011

Profissão: publicitária?

Antes de cursar publicidade e propaganda, eu queria mesmo era ser artista plástica. Olha, eu não vou dizer que a essa altura já devo ter perdido meu talento, mas sem praticar a gente costuma perder naturalmente as velhas habilidades. Mas, no tempo da escola ainda, a minha profissão não era dúvida nem para mim, nem para meus professores de Artes. Eu seria artista plástica.

Eu não virei artista plástica, nunca tive nenhuma facilidade para traços humanos, mãos e pés SEMPRE foram minhas maiores dificuldades no desenho e hoje acho que sou sim uma grande desenhista, mas para o meu afilhado de 5 anos que admira meus desenhos em seu caderninho e quer aprender a desenhar tudo o que a dinda sabe desenhar: rãs, coelhos, cachorros, casinhas, coqueiros, e por aí vai. Mas eu não vou negar, se eu não precisasse sobreviver do meu trabalho, eu teria sim investido na arte. Mas artista que não tem grana pra bancar o próprio talento vira o quê? Vira publicitário. E comigo não foi diferente. Afinal, também desenhamos logotipos, ilustrações, layouts, etc.

Frustrada? Não de maneira alguma. Satisfeita? Muito menos. Só sei que a gente tem que fazer o que gosta na vida. Eu gosto de publicidade, de marketing, mas muito mais de analisar do que de praticar. E, pra falar a verdade, acho isso desde que entrei no curso e vi aquelas pessoas tão diferentes, malucas, irreverentes e me achei normal demais para estar ali. Então, eu não desisti do curso, eu só desisti de me encaixar num estereótipo de publicitário em que eu nunca me encaixaria. E vou te contar, continuo sendo uma profissional normalzinha e, no máximo, arrisco a usar All Star muito mais pelo conforto do que para fazer estilo de publicitária. Ah, e às vezes tenho ideias quando tomo banho, logo onde não há papel para anotar nada. Formada, não senti falta do estereótipo de publicitária maluca, só sinto falta de saber mais. Mas já vi que dessa carência vou sofrer pro resto da vida numa crescente proporcional ao crescimento do que sei. Logo eu, que adoro sofrer por antecipação.